terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
stigmata
Por Ana Paula Perissé
feridas
na pele
do tempo
(brechas em poros
dobras de guerra)
memórias
que ferem
sem dizer
atonal com tempo loquaz
Resquícios
que sangram
no orvalho
do tecido organo'nosso
Stigma-que(não)-mata
ainda/
na pele
do tempo
(brechas em poros
dobras de guerra)
memórias
que ferem
sem dizer
atonal com tempo loquaz
Resquícios
que sangram
no orvalho
do tecido organo'nosso
Stigma-que(não)-mata
ainda/
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Deserto
Por Oswaldo Antônio Begiato
Estou morrendo de sede,
Mas o que fazer,
Se o teu poço é fundo
E minha corda curta?
O que fazer,
Se o teu deserto é imenso
E meu caminhão pequenino?
sábado, 2 de fevereiro de 2019
Chorinho
Por Meriam Lazaro
Meus versos são corrompidos
Pelo carinho dos teus
Lábios que sopram atrevidos
Flauta de marfim e breu
Pandeiro solo sentido
Cavaquinho enfureceu
Violão tocou de ouvido
Um bandolim renasceu
Em ritmo compadecido
Do pobre chorinho meu
Pelo carinho dos teus
Lábios que sopram atrevidos
Flauta de marfim e breu
Pandeiro solo sentido
Cavaquinho enfureceu
Violão tocou de ouvido
Um bandolim renasceu
Em ritmo compadecido
Do pobre chorinho meu
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Português amoroso LXXXIV
Por Mayanna Velame
![]() |
| Alberto Gattoni no Sarau do Gatto |
O poeta,
a poeta ou a poetisa?
Não importa.
Queremos é poesia!
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
No imaginário popular
Por Fabio Ramos
dizem
que
depois
da
batalha
aparecem os valentes
(...)
que tu
és
o senhor
do
que
PENSA
(e também escravo)
do que
fala
(...)
e
que
o AMOR
é
como
prêmio da loteria:
quem
tirou
(a sorte grande)
não
anda por aí
fazendo propaganda







